seleção para o intercâmbio

 


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2º TESTE DE CONHECIMENTOS GERAIS E ATUALIDADES
Um pequeno livreto é distribuído na hora do teste aos candidatos contendo 50 questões para serem respondidas no formato de múltipla escolha. Essas questões, redigidas por uma equipe formado por professores, jornalistas, escritores e profissionais liberais – Rotarianos e não-Rotarianos, abrangem as áreas de Geografia, História, Esportes, Artes, Literatura e Atualidades. Tanto do Brasil quanto do Mundo, as questões são adequadas para o nível escolar mínimo exigido dos candidatos, que é o primeiro grau completo.
Acreditamos que um jovem que esteja disputando uma classificação para ir morar um ano no exterior seja alguém que tenha boa cultura, bons conhecimentos gerais e que saiba dos assuntos importantes que se passam no país e no mundo. Evidentemente dentro de sua faixa etária.
É fornecido um gabarito onde se coloca o código do candidato – nomes não entram em nenhuma das provas – que após ser preenchido é devolvido e corrigido.

3º ENTREVISTA PESSOAL
Cada candidato é entrevistado por uma banca formado por quatro pessoas, todas preparadas e treinadas para tal função: um (a) Rotariano (a) com experiência no PIJ que será o coordenador da equipe, uma Mãe (Rotariana ou não) que necessariamente já enviou filho(a) ao exterior pelo Rotary e que já recebeu intercambista em sua própria casa, um ex-intercambista membro do Rotex previamente escolhido e um dos atuais intercambistas estrangeiros, previamente escolhido.              

Essa equipe terá um prazo de 15 minutos para entrevistar o candidato e dará notas sobre seis diferentes temas:  

APRESENTAÇÃO;
VONTADE FÉRREA DE IR;
MATURIDADE / PERSONALIDADE;
CONFIABILIDADE / SINCERIDADE;
COMUNICAÇÃO / DESEMBARAÇO;
ATIVIDADES EXTRACURRICULARES.

Além das questões acima, há uma pergunta muito importante que cada entrevistador terá que também avaliar: COMO RECEBERIA O CANDIDATO EM SUA  CASA?

4º: O TESTE DE AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA
Através de testes psicológicos consagrados aplicados por profissional contratado, é buscada uma visão ampla das características da personalidade dos candidatos.

Para isso, é utilizado habitualmente um teste projetivo que avalia a estrutura de personalidade (teste do desenho da figura humana, teste da árvore ou teste grafológico) e outro para avaliar o comportamento (QUATI-questionário de avaliação tipológica, CPS-escalas de personalidade de Comrey ou 16PF).

A cada ano os testes são diferentes do ano anterior para que os candidatos não tentem se preparar para algum teste específico. O fator surpresa aumenta a validade dos testes. Assim, no ano passado o teste grafológico foi utilizado. Este teste é considerado  um dos testes mais completos e pelo pouco tempo disponível para a aplicação, geralmente não é  associado a mais nenhum outro.

Neste ano de 2004, foi aplicado o teste da árvore (criado por Carlos Koch em 1949 na Suiça) somado ao QUATI (criado por José Jorge de Morais Zacharias no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo em 1989 sob orientação da prof.a. Dra. Anna Mathilde P. C. Nagelschmidt). O QUATI é um teste que utiliza a tipologia Junguiana.

Testes projetivos, como o próprio nome já sugere, favorecem a projeção das
características de personalidade do sujeito. É possível identificar, então, estruturas de personalidade normais, neuróticas ou psicóticas. Os testes de comportamento, por sua vez, me mostram como a pessoa é quanto a introversão/extroversão, relacionamentos interpessoais, capacidade de liderança, capacidade de adaptação, comportamento dentro do grupo, dentre outras coisas.

 


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